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| HIV é o vírus. Aids é a doença, o estágio quem o vírus provoca sintomas. Uma pessoa pode ter HIV, mas não ter aids. E não, o HIV não tem cura. |
| Se elas não têm aids, não há risco. O problema está em você ter 100% de certeza a esse respeito. Não vacile. Use camisinha. Nela você pode confiar. |
| De forma nenhuma! Você pode se reinfectar, o que pode dificultar muito o seu tratamento. E é possível que você se infecte com um vírus muito mais forte do que aquele que você possui. O que trará a você muitos problemas para o controle da doença. |
| O vírus pode voltar sim a agir e as verrugas voltarem. Se você não tem verrugas, não há risco de transmissão. |
| Se sua mão não tiver nenhuma ferida aberta, não há risco. |
| Quando falamos aqui de secreções, fazemos referência a esperma, ao líquido que sai do pênis antes mesmo do gozo, ao líquido lubrificante da vagina e ao leite materno. Todos que contém o vírus HIV na quantidade suficiente para ocasionar a transmissão. |
| Se o esperma ou mesmo o líquido que sai do pênis antes do gozo tiver entrado em contato com o ferimento, há possibilidade sim de ter havido infecção. Espere 30 dias após o acontecido e faça exame anti-aids. |
| O problema seria se a boca da pessoa tivesse sangrado. Nesse caso, não há risco significativo para você. |
| Não há essa possibilidade. A saliva não oferece risco de infecção. |
| Sim, há casos relatados e estudados de pessoas que se expuseram ao vírus, mas não se infectaram. Mas a ciência sabe pouco ainda em relação a essa situação. Proteja-se nas suas relações sexuais! Não se baseie no que ocorreu, pode ter sido um acaso você não ter se infectado. No mais, há vários subtipos do vírus. Uns mais fortes e outros menos. Você teve contato com apenas um deles. |
| Não é certo que essa perda de peso aconteça logo depois que houve infecção. Se acontecer, esse sintoma aparece depois de um tempo da infecção, quando o vírus começa a agir. |
| Sim, é verdade. Pesquisas têm demonstrado isso. Mais um motivo para que se faça teste de aids o mais cedo possível, para facilitar o tratamento e chegar a esse nível de controle da doença. De toda forma, são pesquisas. Há outras dizendo o contrário. |
| Você deve perguntar ao parceiro HIV+ qual a carga viral dele. Se for muito baixa, o risco diminui. |
| Pode ser sim uma DST. De toda forma, sendo ou não, você precisa procurar um médico (urologista ou infectologista). Não use remédios por conta própria nem fique esperando isso passar sozinho. Mesmo se passar, pode ser uma doença que apenas regrediu, mas que pode estar agindo no seu organismo. |
| Se for o caso de receber esperma na boca, cuspi-lo é uma forma de diminuir as chances de infecção por HIV. Mas há risco. E mesmo não ingerindo saliva, quem chupa o pau pode se infectar com doenças tais como HPV e sífilis. Enfim, segurança 100%, só com camisinha. |
| Você foi muito irresponsável por ter doado sangue depois de fazer sexo sem proteção. Não repita isso. Você pode infectar pessoas com várias doenças ao agir assim.
Sobre o exame, no dia seguinte ao sexo sem proteção não é possível detectar a infecção. Espere pelo menos 30 dias depois da relação sexual e procure um serviço de saúde para fazer o teste. |
| O risco é significativo se você foi ativo na relação e alto se foi passivo. De toda forma, pode ser que você não tenha se infectado. Procure um serviço de saúde pelo menos depois de 30 dias da infecção, veja o método de testes disponível e realize o exame para ver se houve a infecção. |
| Não é normal não. Procure um médico o mais rápido possível para saber se é uma DST ou não e se tratar. |
| Se não há gozo na boca nem líquido lubrificante algum, não há risco. Caso contrário, há risco sim. Evitando o gozo na boca, a chance de infecção cai bastante. |
| Deve-se conhecer o estado sorológico de HIV dos dois. Uma pessoa pode pegar HIV ao nascer. Assim, pode-se ser virgem e ter o vírus. |
| Pelo que você descreve, não há risco para infecção de aids. Apenas fique atento a verrugas, corrimento ou feridas no pênis. Isso pode indicar uma DST. |
| Não há indicação que seja uma DST. O trauma pode ter sido ocasionado pela falta de relaxamento seu na hora da penetração. Procure um proctologista para cuidar das feridas. |
| Não. O "canal" de infecção do HPV é a verruga. Se não há verrugas, não há como existir a transmissão. |
| Não, não há risco algum de vocês produzirem uma DST. Um ponto é importante: conversem sobre sexo fora da relação. Se for ocorrer, deve ser feito de forma segura. Se um de vocês pegarem alguma doença, pode haver transmissão entre vocês. |
| Um infectologista ou dermatologista. Se na região interna anal, pode-se procurar também um proctologista. |
| Nenhum risco. HIV se transmite por sangue, sêmem ou leite materno. |
| Os primeiros sintomas são febre e mal estar. Dores articulares não. |
| Não. Ninguém se autoinfecta com HIV. |
| Muito arriscado. O sexo desprotegido é forma de transmissão de várias doenças. Essa ferida, por exemplo, pode ser sinal de uma DST. Procurem um médico o mais rápido possível e não transem sem proteção até lá. |
| Não há risco de transmissão do HIV pelo beijo. No mais, para ajudar seu namorado, compre "ceras odontológicas" próprias para serem colocadas no aparelho. Elas diminuem o trauma e os machucados causados pelo uso. |
| Nesse caso, o risco de transmissão do HIV é menor, porém pode haver infecção. Os exames de carga viral detectam cópias do HIV em quantidade maior ou igual a 40 cópias/ml. O resultado "indetectável" significa que não foram detectadas cópias do HIV na amostra de sangue avaliada, ou seja, apresentam valores menores a 40 cópias/ml, o que não significa carga viral inexistente. |
| Mesmo não sendo muito comum, pode haver manifestação do vírus do herpes simples (VHS) na garganta. O diagnóstico é feito a partir da identificação de sinais clínicos: vesículas (bolhinhas), úlceras (feridas) e sintomas como febre, fadiga e dores de cabeça. |
| As aftas não têm causa esclarecida, mas podem ser provocadas por fatores predisponentes como tensão e ansiedade, traumatismo e fatores endócrinos. A lesão pode ter sido ocasionada pelo atrito do pênis com a mucosa oral. Caso a lesão não desapareça em 15 dias, procure um cirurgião-dentista. A candidíase é causada por um fungo (Candida albicans). |
| O diagnóstico sorológico da sífilis é composto por dois exames: VDRL (teste sorológico não-específico) e TPHA (teste treponêmico). Os títulos do VDRL são considerados positivos quando 1/16 ou superiores. Títulos inferiores são considerados falso-positivos. |
| O risco é muito pequeno se não havia sangue ou um líquido amarelado (típico da gonorréia) na camisinha. |
| Não há risco. A saliva tem uma quantidade muito pequena de vírus para ocasionar a infecção. |
| O sexo anal oferece mais risco para o ativo, pois esse tipo de sexo rompe muitos microvasos de sangue no canal anal do passivo, ocasionando contato com o vírus. |
| Bom, a situação em si não é muito precisa, mas risco há, por menor que ele seja. No mais, mesmo uma penetração rápida é chance para se infectar com HPV, sífilis e outras DST. Vá a um médico e faça testes para essas doenças. |
| Não. Há uma série de fatores que pode levar à não contaminação. A carga viral do soropositivo, se baixa, é uma delas. Procure um serviço de saúde, diga quando você se expôs ao vírus e peça para fazer o exame. Descobrir a infecção no início é muito importante. |
| Procure um médico. Dores nas pernas e ínguas podem ter várias causas. E use camisinha! Sua saúde precisa desse cuidado! |
| O ponto é: esperma recém-ejaculado dele entrou em contato com a sua glande, que pode ter tido microfissuras provocadas até pelo ato sexual em si. O risco é mínimo, mas ele existe aí. |
| Dor no joelho não é um sintoma do HIV. Quanto ao teste, procure o serviço de saúde pública ou privada e informe-se. Há testes hoje que conseguem detectar a infecção se ela tiver ocorrido poucas semanas depois do ocorrido. |
| Desenrole toda a camisinha, isso irá deixá-la um pouco mais folgada no comprimento, diminuindo esse risco. E algo fundamental: lubrifique bastante! Com a lubrificação, o pênis desliza melhor, o que evita o rompimento da camisinha. |
| Sim, há doenças que são transmitidas pelo simples toque. A sífilis (que provoca feridinhas) e o HPV (que causa verrugas) são duas delas. Essa "brincadeira" de esfregar a cabeça do pênis no "portinha" oferece risco para ambos. Pode haver transmissão do ânus para o pênis e vice-versa. |
| HIV não, mas há doenças que podem ser transmitidas com o simples toque. Sífilis (que provoca feridinhas) e HPV (que causa verrugas) são duas delas. |
| Vocês deram um dos passos fundamentais para poder deixar o uso da camisinha: a realização de exames. O outro passo é conversar de forma franca um com o outro e saber se há vontade de fazer sexo fora do relacionamento. Se houver, vocês devem transar de forma segura com esses parceiros. |
| O único sinal do HPV são as verrugas, que não doem. Se não for tratado, o HPV, além de um grande desconforto (as verrugas se multiplicam), pode provocar câncer. |
| Varia conforme a DST. Algumas, como sífilis e HIV, exigem exame com sangue. Outras, como HPV, avaliação em laboratório de um pedaço da verruga. Vá a um posto de saúde, a um médico ou a um centro de testagem. Eles podem lhe encaminhar para a realização dos exames. |
| Nenhum risco. Você fez tudo certo! É assim que se faz sexo oral de forma totalmente segura. |
| HIV não, mas pode-se pegar hepatite. Vá a um médico e relate o que aconteceu para que ele lhe dê orientações sobre exames. |
| O recomendável é fazer o teste de HIV antes de deixar o uso da camisinha. O fato de vocês só terem ficado um com o outro não é uma segurança completa. Há casos de pessoas que adquiriram HIV ao nascer. Procurem um médico, falem das relações sem proteção e ele pedirá exames. Com tudo ok, vocês podem fazer sexo sem camisinha de forma despreocupada. Isso caso haja realmente exclusividade na relação ou sexo fora dela apenas com camisinha. |
| Bom, se o parceiro não tem o vírus (e você pode afirmar isso sem dúvida alguma), não há risco. Mas saiba que o contato do sêmem com a mucosa do olho (parte vermelha inferior) é uma forma sim de transmissão. Cuidado sempre! |
| Receber sexo oral não oferece risco de infecção de DST. |
| Muito específica a situação descrita, mas a resposta é não. Só haveria risco de infecção se sêmem ou sangue respingasse dentro do olho de outra pessoa. No mais, não tenha uma postura paranóica em relação ao HIV. Você pode beijar, conviver, abraçar uma pessoa com HIV. Não há risco. E, na transa, basta usar camisinha. |
| Sim, há essa possibilidade, como também há sérias chances de ocorrer transmissão. O melhor é usar camisinha e ficar sem a encanação depois de ter pego ou não HIV. |
| Sim, pelo simples toque de pele. Procure um dermatologista ou um infectologista para realizar o exame. |
| O HIV não é transmitido apenas pelo esperma. Em caso de alguma veiazinha arrebentada, mesmo que pequena, na parte interna do ânus, o sangue do passivo pode infectar o ativo. No mais, várias DST são transmitidas apenas pelo toque, como a herpes. O melhor é que você consulte um médico infectologista o mais rápido possível. Os sinais podem ter sumido, mas as doenças continuam a agir no organismo em alguns casos. |
| Se a pele da mão estiver sã, não há risco. O vírus não consegue penetrar! Isso vale para qualquer parte da pele. Só tome cuidado se você tiver alguma ferida ou espinha abertas. Nesse caso, pode haver infecção sim. |
| Sim, há risco. Caso o parceiro tenha verrugas, feridas ou bolhas no pênis, pode haver transmissão de alguma DST. Não se recomenda essa prática. |
| Para uma pessoa se infectar com herpes basta encostar em uma bolha provocada pela doença. A camisinha só protege a região do pênis. No seu caso, a ferida estava na perna. Por conta disso, o risco de ele ter se infectado é grande sim. E aí, de também passar para a esposa dele. |
| Ser chupado não oferece risco para a infecção de HIV, não se preocupe.
Quanto para quem chupa, o risco é bem pequeno, mas ele existe. |
| Qualquer médico pode assinar o pedido de exame de HIV. Mas você nem precisa ter um pedido. Em qualquer centro de testagem, basta você chegar e dizer que deseja fazer o exame, que é gratuito. Veja os endereços em www.aids.gov.br.
A respeito do tratamento, o especialista mais indicado é um infectologista, mas pode ser que sejam necessários outros profissionais para um cuidado mais completo. |
| Sim, eles podem reinfectar um ao outro, agravando a situação de saúde dos dois e podendo atrapalhar o tratamento. A camisinha continua sendo fundamental. |
| Sim, o ativo corre menos risco. Menos! Risco existe para os dois. |
| Nunca use remédio por conta própria ou por indicação, pesquisa na internet. Vá a um médico. Só ele poderá afirmar com certeza qual sua doença e qual a melhor forma de tratá-la. E também ele poderá dizer se essa é a única doença que você pegou ao fazer sexo desprotegido. |
| Se vocês, por meio de exames referentes a diversas DST, forem realmente saudáveis, não há problema algum nessa prática. |
| Não, os primeiros sintomas são mal-estar e febre. |
| Normalmente não. O pênis, durante a penetração, alarga sua abertura anal e deixa retas as pregas perianais, mas o ânus rapidamente recupera o tônus e as pregas retornam à configuração normal, exatamente como antes. Assim, o médico provavelmente não verá nada além de um esfincter normal. |
| Não há como te tranquilizar. Fazer sexo sem camisinha é uma forma de pegar HIV. Sobre alguém dizer que não tem nenhuma doença, e se ela estiver errada? O correto a ser feito é praticar sexo com camisinha e só deixar de usá-la no relacionamento depois de todos os exames feitos. |
| O mais provável é que seja uma DST. Vá ao médico. Não use medicamento por conta própria nem deixe de se tratar. |
| O líquido que sai do pênis antes do gozo também possui vírus da aids. Ele pode transmitir o HIV. Entretanto, se não há gozo na boca, o risco de se infectar diminui. Não zera, mas diminui. |
| Não. A infecção pelo HIV pode acontecer somente no contato com esperma, secreção vaginal, sangue e leite materno de pessoas com HIV. |
| Os primeiros sintomas da infecção pelo HIV são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-estar. |
| Não. Os primeiros sintomas da infecção pelo HIV são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-estar. |
| Não. O uso de antisséptico bucal não evita a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis por via oral.
No mais, o fato de a pessoa te beijar depois de receber seu esperma não lhe causará problema. Você não reinfectará a si mesmo caso já tenha uma DST. Só haverá reinfecção se o vírus de outra pessoa lhe entrar em contato com você por meio do esperma ou sangue (no caso de homens). |
| Não. A infecção pelo HIV pode acontecer somente no contato com esperma, secreção vaginal, sangue e leite materno de pessoas com HIV. |
| Não, não há risco algum! A saliva não tem quantidade suficiente de vírus para provocar a infecção. |
| Não. Apenas quando há bolhas existe risco de infecção. O vírus está no líquido interno das bolhas. O contato com elas, no caso de estourarem ou vazarem, é que pode transmitir a doença. |
| Não, não há como ter contraído aids. A saliva não tem quantidade de vírus suficiente para provocar a transmissão. De toda forma, não se recomenda usar a saliva para lubrificação. Ela seca rápido, o que pode provocar o rompimento da camisinha. |
| Não divulgamos nomes de medicamentos. A idéia de ir a um farmacêutico e comprar um produto vai contra sua saúde! Vá que você tenha outra doença que não a gonorréia ou se o seu caso for muito específico! Vá a um médico. Apenas ele pode dar as recomendações corretas. Mas saiba que, se for gonorréia, o tratamento é bem simples. |
| Bom, se o parceiro não tiver nenhuma doença, não há risco. O ponto que pode ser colocado aí é: existe certeza absoluta que o parceiro não tem nenhuma doença mesmo? Qualquer dúvida aí faria o recomendado ser o sexo protegido. |
| Sempre que acontecer algo de anormal com seu corpo, procure um médico. Ele pode ou te tranquilizar constatando que não foi nada demais ou te indicar o melhor tratamento caso seja uma doença. Por o problema ter surgido no seu pênis, procure um urologista. |
| Não, não há chances de infecção já que não houve penetração entre vocês nem sexo oral. |
| Pode ser um clínico geral, um urologista ou infectologista. |
| Você precisa ir a um urologista para ver a razão do seu pênis sangrar. Isso não é bom para sua saúde. No mais, se você transa com camisinha, não há risco de pegar DSTs de forma geral. O único risco são verrugas e bolhas/feridas na região anal ou genital que podem transmitir HPV e herpes. Olhar bem essa região no parceiro é fundamental. |
| Evitar não evita, mas diminui as chances de haver transmissão. |
| Não, não pode! Entretanto, o recomendável é o uso de gel lubrificante à base d´água. A saliva seca rapidamente, o que pode fazer a camisinha estourar. |
| É comum na indústria pornográfica a realização de exames antes das cenas sem camisinha, mas alguns testes não conseguem detectar infecções ocorridas dias antes da coleta do sangue, apenas semanas, meses antes. Portanto, o ator pode sim se infectar ao receber esperma na boca. |
| O melhor é voce procurar um médico para analisar e fazer os exames necessários. Procure um dermatologista ou infectologista. |
| Pode sim, mas o melhor é você procurar um proctologista o quanto antes! |
| Os exames são completamente diferentes. Não há risco de confusão entre os resultados deles. |
| Você pode ter se infectado! Procure um serviço médico para pedir exame anti-HIV e de sífilis. E preste atenção em feridas, verrugas e corrimentos. Ao transar sem camisinha, você corre o risco de pegar várias doenças. E não se iluda com o fato de "conhecer" uma pessoa. Isso não é garantia de nada! Use camisinha sempre! |
| Infelizmente, sim, você pode ter se infectado. Basta uma única transa sem camisinha para se ter o risco de infecção. Procure um serviço médico para fazer exame. |
| Sim! Os dois precisam fazer teste antes de deixarem de usar camisinha. Se um estiver infectado, pode passar para o outro! E só lembrando: o teste só consegue detectar infecção que tenha ocorrido cerca de 90 dias antes da infecção. Se algúem tiver se infectado na semana anterior ao teste, por exemplo, o exame não vai dar positivo, mesmo com a pessoa estando infectada. Por isso, é necessário pelo menos dois testes com intervalo de três meses entre eles. |
| Aids mata sim! Hoje, com mais acesso aos medicamentos, o número de mortes decorrentes de aids diminuíram, mas ainda não 0%. No mais, lidar com o tratamento é algo que pode afetar a saúde do paciente devido aos efeitos colaterais. Vive-se com a aids, é verdade, mas continua sendo muito melhor viver sem ela! |
| Pedro, ver as porcentagens de quantos héteros, homos e bissexuais têm aids é apenas uma forma de analisar os dados. E o mais incompleto. A análise correta é vê-los relacionados com a porcentagem de homos, heteros e bissexuais existem na população. Os dados que você traz: 50% dos infectados seriam homo e bissexuais, mas nós somos cerca de 6% ou 10% da população! É daí, dessa correlação de dados, que vem o que tanto nos assusta: gays e bis têm 11 vezes mais aids que héteros! |
| Se você tem alguma dúvida ainda, procure sim um especialista. Dê preferência para um dermatologista ou infectologista. Se a ferida apareceu na região do ânus, pode-se procurar ajuda também de um proctologista. |
| Essas brincadeiras podem incluir uma penetração mesmo pequena no ânus, o que, nesse caso, pode transmitir HIV. No mais, não pense apenas na aids. Essa brincadeira pode transmistir HPV, herpes, sífilis e outras tantas DSTs. Nesses casos, apenas o contato com a pele já oferece risco. Essa prática, portanto deve ser evitada. |
| Há vários métodos, tais como a laser, com instrumentos cirúrgicos de corte, com ácidos e que reforçam a defesa do organismo. As opções são várias e o médico poderá ver qual a melhor em cada caso. |
| Se houve penetração sem camisinha, há risco, sim. O risco é menor do que se tivesse havido ejaculação interna, mas há. Faça exame anti-aids ao completar três meses do ocorrido. |
| Os sinais e sintomas da herpes, caracterizada por bolhinhas, podem ser minimizados com remédios via oral ou de uso local. Procure, de preferência, um ínfectologista ou um dermatologista e receba a indicação correta do medicamento. |
| As DSTs são muito variadas e possuem diversos agentes causadores (bactérias, vírus etc). Por tudo isso, não há como apenas um teste "dar conta" de todas. Para saber se você tem ou não alguma doença, vá a um médico e peça para ele solicitar exames. Em alguns casos, eles podem nem ser indicados. Se você não possui verrugas indolores nos órgãos genitais, por exemplo, não será necessário você fazer teste para HPV. |
| Não se preocupe. A rede pública de saúde no Brasil utiliza métodos muito seguros de teste anti-aids. E o cuidado está, inclusive, na constatação do vírus: quem tem o primeiro resultado positivo é convidado a fazer outro para que qualquer dúvida seja anulada. Pode haver problemas na entrega, mas quanto à qualidade do teste, fique tranquilo. |
| O gel lubrificante é o produto mais indicado para o sexo. Candidatos a substitutos não são bons. A saliva seca muito rápido, o que pode fazer com que a camisinha estoure. Cremes hidratantes, condicionadores podem causar alergia, irritação e outros problemas.
Portanto, a dica é nunca ficar sem gel por perto. Há no mercado sachês. Eles são discretos e bem práticos. |
| Um infectologista ou dermatologista. |
| Se a pessoa estiver com bolhas provocadas pela doença, é possível. Isso se nenhuma bolha estourar durante o beijo. Mas é melhor não apostar que isso vá ocorrer. As chances de haver estouro da bolha e contato com o líquido interno dela, o que provoca a infecção, é grande.
Se a pessoa não tem bolhas, não há risco de infecção, embora ela tenha os vírus no corpo. |
| A única forma de se proteger é abrir uma camisinha lateralmente ou um filme plástico (pode ser de cozinha) e usar esse material para cobrir a vulva, o que não deixará a língua em contato com nenhum secreção da mulher. |
| Não há risco algum. A camisinha te protege contra o vírus HIV. |
| Não há como determinar o que você tem nem se o caso se trata de uma DST. O correto é que você consulte um médico para que ele veja o que realmente você tem. Lembre-se: quanto mais cedo você fizer isto mais fácil será o tratamento. E nunca tome remédio por conta própria ou por recomendação de conhecidos. |
| É dizendo não de forma clara e enfaticamente. Sua saúde deve estar sempre em primeiro lugar. Lembre-se que em apenas alguns momentos de prazer que seja você pode prejudicar o resto da sua vida e que é necessário apenas uma relação não segura para que você tenha chance de se infectar por várias doenças, dentre elas a aids. |
| Você não oferece detalhes do ocorrido, mas a configuração da tentativa forçada de infecção só pode ocorrer por meio de uma agressão contra você ou imobilização sua. Os dois casos estão previstos na lei brasileira como crimes. Você deve procurar uma delegacia. Caso seja alvo de chacota, homofobia, anote o nome de todos os responsáveis e denuncie à corregedoria ou à ouvidoria da polícia e peça apoio de entidades LGBTs. |
| Desenrolar a camisinha com os dedos por dentro dela não é a forma mais adequada de colocá-la no pênis porque as unhas podem danificar o látex e ocasionar o rompimento do preservativo. Mas, se for fazer assim, mantenha sempre suas unhas aparadas e faça esse procedimento com cuidado. |
| Não há risco algum. A saliva não contém quantidade de vírus suficiente para transmitir a doença. |
| Beijo, passadas de mãos, esfrega-esfrega nada disso transmite o vírus HIV. Não se preocupe. |
| Não. Ainda não existe outra forma de fazer sexo e se prevenir do HIV que não seja com a camisinha. |
| Qualquer serviço público de saúde deve ter como realizar o exame de HIV. Existe ainda outro tipo de serviço que é o Centro de Testagem e Aconselhamento, CTA, que é mais especializado. Lá eles têm profissionais que lhe ajudam a tirar dúvidas sobre as doenças sexualmente transmissíveis e fazem aconselhamento também. São enfermeiros, psicólogos e outros profissionais de saúde prontos para lhe receber. A acolhida é muito boa. Inclusive caso deseje, você pode ainda fazer o exame anonimamente, assim será utilizado um codinome ou apelido na sua ficha e o resultado somente será entregue a você. Endereço? Depende de onde você está. Ligue no 0800-611997 (gratuitamente) para saber onde fazer o teste na sua cidade. |
| A chance de ser HPV é pequena. Algumas especialistas defendem que essa doença pode ser transmitida por meio do compartilhamento de toalhas e roupas íntimas, mas o tema não é unanimidade. Enfim, não importa, a recomendação é: vá a um médico. Só ele pode saber exatamente do que se trata e indicar a forma de resolver o problema. |
| Beijo, passadas de mãos, esfrega-esfrega nada disso transmite o vírus HIV, agora o sexo oral sem a camisinha já complica um pouco e isso não é só para o HIV não, doenças como herpes, hepatite B, uretrite, HPV e sífilis também podem ser passadas pelo sexo oral. Esse risco ainda aumenta se houver presença de lesões como pequenas feridinhas ou mesmo uma única ferida. Se formos comparar com outros formas de contágio como sexo com penetração, o percentual de transmissão via sexo oral é muito baixo, mais existe e se existe melhor não arriscar, né? Sexo, mesmo oral, tem que ter camisinha para que depois da transa, na hora de colocar a cabeça no travesseiro e dormir, a tranqüilidade e segurança sejam suas companhias certas. |
| Já ouviu falar na chuca, enema? É um tipo de higiene íntima por assim dizer em que se introduz a mangueirinha do chuveiro (sem aquela cabeça do chuveirinho) no ânus para, com água, se lavar internamente. Depois de um tempo com água entrando pelo ânus, sente no vaso e evacue. Tenha cuidado nesse manejo. A água não pode ser muito quente nem ser recebida por muito tempo. É uma coisa rápida que vai retirar os excessos de fezes e promover uma transa limpa e prazerosa. |
| Pode ser HPV, uma doença sexualmente transmissível muito comum. Basta o contato com uma verruga para ser infectado, por isso a camisinha é tão importante. De toda forma, a recomendação é só uma: procure um médico. Só ele poderá afirmar se realmente é HPV e indicar o tratamento adequado. |
| As chances de se contrair o vírus HIV pelo sexo oral é baixo comparado com o sexo anal ou vaginal, mas o fato é que ele existe.
O líquido lubrificante que sai do pênis antes da ejaculação, ele contém vírus do HIV. O esperma, a porra, também. Portanto, use camisinha no sexo oral também. É sua única segurança! |
| Pode ser gonorréia, mas isso deve ser diagnosticado por um médico. Os exames e o tratamento são gratuitos nos serviços de saúde. Então nada de auto-medicação nem de sair perguntando por aí que remédio comprar e como usar. Procure um serviço de saúde público ou particular. |
| A resposta é não. De um modo geral, os animais não passam doenças sexualmente transmissíveis aos humanos. |
| Sim, se um deles tiver aids desde o nascimento. Enfim, a recomendação não muda: camisinha sempre! |
| Chato é um tipo de piolho que se instala tanto nos pêlos pubianos (pentelhos) ou da bunda, quanto nas sobrancelhas, cílios e bigodes. O contágio se dá por contato íntimo corporal e por uso compartilhado de objetos como toalha e lençol. Você deve procurar um profissional de saúde capacitado em DST para ver a melhor forma de se livrar desse incômodo. |
| Nos serviços de saúde da rede pública. Informe-se na secretaria de saúde de sua cidade. Além do exame ser de graça, é garantido os sigilos do resultado e de sua identidade.
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| Os testes anti-HIV mais comuns funcionam por meio da detecção ou não anticorpos produzidos pelo seu corpo contra o vírus. Porém eles só são detectados pelos exames após um período, chamado de janela imunológica, que varia de 30 a 120 dias. Tem-se que a janela imonológica média é de 90 dias, tempo depois do qual já é aconselhável fazer o exame.
Realizá-lo antes disso aumenta as chances do chamado falso-negativo (a pessoa está infectada, mas como o corpo ainda não produziu muitos anticorpos o exame ainda não dá positivo). Antes de fazer o exame, procure o serviço de saúde em DST/Aids de sua cidade para receber orientações de um profissional.
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| É muito difícil isso ocorrer. Se houve sangramento durante o beijo, há a possibilidade sim. Porém o mais comum é poder pegar herpes labial se a outra pessoa que tem o vírus estiver com bolhas na boca. Elas podem estourar no momento dos beijos, o que libera uma quantidade significativa de vírus. |
| Isso é mito. Não há como haver transmissão dessa forma.
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| Você deve procurar um serviço de saúde para realizar aconselhamento com um profissional capacitado em DST para avaliar a situação de risco que você teve (de sua camisinha ter estourado). Reforçando: você deve procurar essa orientação profissional. Não ignore esse ocorrido! Infelizmente, pode ter havido a infecção. E fica a dica: lubrifique bastante a camisinha com gel a base d´água para diminuir o risco de ela estourar. |
| Sim, você pode contrair DST tais como aids e sífilis, pois o agente causador (a exemplo de vírus e bactérias) pode penetrar na corrente sanguínea pela mucosa (a pele que reveste o interior da nossa boca. E sem essa de que apenas bocas com feridas são uma porta de entrada do vírus ou da bactéria. Esses agentes precisam de uma abertura minúscula para entrar no seu organismo. Qualquer avaria causada por uma escovação ou até uma comida mais quente é uma porta de entrada. |
| Muito difícil de acontecer. Se você quiser ficar 100% seguro, use uma luva ou mesmo uma camisinha. |
| O risco existe. Um machucado, uma ferida na pele ou uma espinha (acne) aberta pode ser a porta de entrada do vírus. Há também a probabilidade do HIV penetrar pela mucosa em volta dos olhos (parte vermelha interna). O mesmo vale para o resto do corpo. Receber porra no peito ou na nádega, por exemplo, não tem problema desde que a região não tenha nenhuma lesãozinha. |
| A orientação sobre o tratamento e a prescrição de remédios só deve ser realizado por profissional de saúde capacitado/a e habilitado/a. Nunca tome remédio por conta própria e nem aceite os indicados por balconistas de farmácias, amigos, familiares ou por sites, pois além poderem não curar a DST, alguns medicamentos podem até piorar a doença.
É muito importante que o/a parceiro/a sexual fixo se houver também realize exames e receba tratamento se for o caso.
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| Os sinais (o que se vê) e os sintomas (o que se sente) depende do tipo de doença.
Pode aparecer feridas doloridas ou não (sífilis, herpes, cancro mole), corrimento (gonorréia, clamídia), verrugas (condiloma) nos órgãos genitais ou no ânus, dor e ardência ao urinar, febre e dor de cabeça, dentre outros.
Entretanto, uma pessoa pode estar infectada com uma DST e não ter nenhum sinal ou sintoma.
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| Deve-se realizar sempre práticas sexuais de forma segura, principalmente usando preservativo nas relações anal, vaginal e oral, gel lubrificante à base de água, que evita o rompimento do preservativo, e barreiras (como no caso de usar luva de látex para praticar fist fucking (penetração da/s mão/s no ânus ou vagina). Veja mais informações sobre esse assunto nas outras seções desse site.
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| Nas relações sexuais anal, vaginal ou oral desprotegidas, ou seja, sem o uso de preservativo masculino (camisinha) ou feminino ou sem uma barreira que evite contato com sêmen, lubrificante vaginal, líquido pré-seminal (expelido pelo pênis quando excitado antes da ejaculação) e sangue do/a(s) parceiro/a(s).
Um exemplo de barreira é um preservativo aberto para sexo oral em uma mulher ou envolver o pé em um filme de PVC para enfiá-lo no ânus ou na vagina.
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| São doenças transmitidas por meio de relações sexuais. Antigamente eram chamadas de doenças venéreas, que diz respeito a Vênus, a deusa do amor. Elas se manifestam de várias formas como corrimento, verrugas, ardência ao urinar e feridas nos órgãos genitais e no ânus.
Apesar de, na maioria das vezes, serem de fácil tratamento, desde que realizado por profissional de saúde capacitada/o, as DSTs quando não tratadas podem trazer sérios problemas de saúde como comprometimento do sistema nervoso e do fígado, problemas cardíacos e nos olhos.
Outras são incuráveis, como a aids e a herpes. Elas podem ser causadas por vírus, bactérias, fungos e parasitas.
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| Pode ser DST, mas também pode ser ácaros, há dezenas de milhares de tipos deles. O carrapato é um deles e isso que você descreve pode ser micro-carrapato. Também pode ser um tipo de dermatofagóide, comedores de pele. Eles proliferam onde houver descamação de pele e necessitam de um ambiente, úmido e quente, como a virilha e o ânus. Também pode ser chato. Enfim, vá a um médico para que ele descubra exatamente do que se trata e, assim, possa lhe passar a melhor forma de resolver o problema. |
| O incômodo pode ser devido à falta de lubrificação, afinal, o atrito da mucosa anala com a camisinha só ocorre quando não há lubrificação suficiente.
Entretanto, se você já usa o gel lubrificante o que pode estar causando esse desconforto é alguma doença sexualmente transmissível. Nesse caso, a única saída é ir ao médico e receber a orientação correta. Não tome remédio por conta própria ou porque alguém indicou! Você pode até piorar a situação fazendo isso. |
| As complicações que se pode ter ao usar o creme de cabelo são algum tipo de alergia local, com irritações, coceiras ou carocinhos. Se você já usa há muito tempo, pode não haver grandes problemas, entretanto, dependendo da marca, outra troca de marca, você ainda pode desenvolver alguma alergia. E irritação local aumenta as chances de algum tipo de lesão, o que ocasiona mais facilidade para pegar uma doença sexualmente transmissível.
Outra ponto a ser observado é a composição química do creme de cabelo. O gel lubrificante à base d’água é recomendado porque não possui nenhum produto químico que possa comprometer a camisinha ou a região genital.
Sobre passar a usar creme de cabelo, saiba que a composição química do produto pode romper a camisinha. Com a camisinha rompida você fica desprotegido e sujeito a pegar alguma doenças sexualmente transmissível, tal como o HIV. Enfim, nada melhor que o gel lubrificante a base dágua. Aí o risco é zero. |
| No caso do HIV, o esperma infectado contém a maior carga de vírus entre os fluidos do corpo. Se ele cair em alguma parte do corpo que tenha alguma ferida, acne aberta etc, a resposta é sim. O mesmo vale para outras doenças sexualmente transmissíveis. Entretanto, se a pele estiver são, não haverá problema. Mas cuidado com a região dos olhos. A mucosa que existe aí é uma porta de entrada para o HIV e outros agentes causadores de doenças. |
| A resposta é sim, o sexo oral sem uso da camisinha pode transmitir doenças tais como herpes, uretrite, hepatite B, sífilis e HPV, além do HIV. E veja essa situação: em um sexo a três, uma pessoa chupa outra com alguma doença e, logo em seguida, te chupa. Ela pode ter passado a doença para você.
De toda forma, o risco é maior para quem chupa.
O mais seguro mesmo é o sexo oral com camisinha. |
| A gonorréia provoca coceira, ardência na uretra, principalmente na hora de urinar, e produz uma secreção amarelo esverdeada. Nesse quadro, podem acontecer várias coisas: se pode ter uma regressão de sintomas, ficar assintomático (ausência de sintomas) e, depois de um certo tempo, ela voltar.
Também se pode ter uma regressão de sintomas, ficar assintomático (ausência de sintomas) e se curar sozinho. Essa probabilidade é a mais rara entretanto.
O problema é que o gonococo, o agente causador da doença, lesa a parede da uretra. As pessoas que nunca tiveram gonorréia tem a parede da uretra bem lisinha para passar a urina e o esperma, não deve reter nada. Quando se tem alguma uretrite como a gonorréia você fica com um tipo de cicatriz na uretra, uma lesão ou pequenas lesões que favorecem estagnar e reter coisas ali, outros agentes infeciosos. O que acontece é que ao se ter contato com uma clamídia ou algum outro agente infeccioso, por exemplo, que poderia passar sem conseguir penetrar, eles ficam retidos ali e acabam infeccionando. Com o canal uretral lesado, você passa a ter novas infecções com muito mais facilidade, e vira um ciclo vicioso quanto mais lesado mais fácil fica de reinfectar.
Portanto, você pode estar com uma infecção inaparente, ou seja, ela está aí mas você não sente e a qualquer momento ela pode voltar e aí provocar novas lesões.
O que fazer? Vá ao médico, ele provavelmente fará um exame chamado ordenha, para coletar material da uretra e fazer exame de laboratório para se detectar ou não o gonoco ou algum outro agente infeccioso, ou ainda, quem sabe, ele não encontra nada e você seja um desses raros que se curou sozinho?
É importante fazer isso, ir ao médico, porque a gonorréia é transmitida inclusive pelo sexo oral, se você tiver o gonoco mesmo assintomático (sem sintomas), quem lhe chupar pode pegá-lo e desenvolver uma gonorréia faríngea, na faringite. |
| Tanto o liquidozinho que sai do pau antes da ejaculação quanto o próprio sêmen, a porra, ambos têm o vírus do HIV. Geralmente, quem usa a boca para o estímulo sexual ou seja, quem chupa, corre mais riscos de contrair algum tipo de doença. Mas a possibilidade do inverso acontecer não pode ser descartada. Doenças como herpes, uretrite, hepatite B, sífilis e HPV, além do HIV podem ser transmitidos via sexo oral. A transmissão depende muito das circunstâncias.
Na prática é: se uma pessoa portadora do vírus HIV fizer sexo oral em você, há um risco sim de ela transmitir o vírus à você, claro que se formos comparar com outras formas de contágio (sexo anal e compartilhamento de seringa, por exemplo), o risco de contágio pelo sexo oral é menor.
O risco aumenta se houver algum tipo de lesão, na boca e no pinto, como gengivites, aftas, machucados causados pela escova de dentes, pequenas feridinhas, enfim portas pelas quais os vírus ou bactérias possam entrar, aí a infecção pode acontecer. O mais seguro mesmo é a prática de sexo oral com camisinha. Não se esqueça das camisinha com sabores.
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| Durante o sexo oral existe a possibilidade sim de se contrair várias doenças como herpes, uretrite, hepatite B e HPV, além do HIV. Agora se for comparar com outras formas de contágio (sexo anal e compartilhamento de seringa, por exemplo), o risco de contágio pelo sexo oral é menor, mas existe. Melhor não arriscar! Use camisinha
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| Se você já estiver com HIV e sífilis, não é possível se re-infectar a si próprio dessa forma.
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| No cu é muito comum ter alguma fissura anal, hemorróidas ou algum tipo de lesão causada pela prática do sexo ou em decorrência de alguma doença. Se quem recebe a língua no ânus tiver alguma dessas lesões, que podem inclusive ser muito pequenas, a pessoa que lamber terá contato com o vírus ou bactéria e pode se infectar. No caso do herpes (bolinhas ou feridas pequenas) anal, por exemplo, o simples contato já ocasiona a infecção.
O inverso também pode acontecer. Uma pessoa com gonorréia ou herpes na boca ou na garganta pode transmitir essas doenças para quem é lambido/chupado. |
| A urina de uma pessoa soropositiva contém o vírus HIV sim, mas a quantidade desse vírus presente na urina não é suficiente para infecção. Pelo menos nunca houve até hoje um caso comprovado de infecção do HIV pela urina.
Agora, quanto a gonorréia, há risco sim. Na urina de uma pessoa com gonorréia, há os agentes que causam a doença. Aí, quem engole a urina pode facilmente ter gonorréia faríngea, que é quando a doença afeta a faringe.
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